sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Bioética e Reprodução Humana



O objectivo da reprodução é a geração de novos indivíduos. Uma questão de extrema actualidade é a caracterização do momento em que o novo ser humano passa a ser reconhecido como tal.

As tentativas de realizar procedimentos de reprodução medicamente assistida  foram iniciadas no final do século XVIII.

 
Em 1978 estes procedimentos ganharam notoriedade com o nascimento de Louise Brown, na Inglaterra, que foi o primeiro bebê gerado in vitro.

O Governo Inglês, em 1981, instalou o Committee of Inquiry into Human Fertilization and Embriology, que estudou o assunto por três anos.
As suas conclusões foram publicadas, em 1984, no Warnock Report. Neste mesmo ano, nascia na Austrália um outro bebê, denominado de Baby Zoe que foi o primeiro ser humano a se desenvolver a partir de um embrião criopreservado.

Em 1987 a Igreja Católica publicou um documento - Instrução sobre o respeito à vida humana nascente e a dignidade da procriação - estabelecendo a sua posição sobre estes assuntos.

A partir de 1990, inúmeras sociedades médicas e países estabeleceram diretrizes éticas e legislação, respectivamente, para as tecnologias reprodutivas.
A Inglaterra, por exemplo, estabeleceu os limites legais para a reprodução assistida em 1991, com base nas proposições do Warnock Report.

No Brasil, Conselho Federal de Medicina, através da Resolução CFM 1358/92, instituiu as Normas Éticas para a Utilização das Técnicas de Reprodução Assistida, em 1992.

Os aspectos éticos mais importantes que envolvem questões de reprodução humana são os relativos à utilização do consentimento informado; a seleção de sexo; a doação de espermatozóides, óvulos, pré-embriões e embriões; a seleção de embriões com base na evidencia de doenças ou problemas associados; a maternidade substitutiva; a redução embrionária; a clonagem; pesquisa e criopreservação (congelamento) de embriões.

Um importante assunto, de crescente discussão ética, moral e legal é o aborto. Independentemente da questão legal, existe nesta situação um conflito entre a autonomia, a beneficência, a não-maleficência e a justiça da mãe, do feto e do médico. Os julgamentos morais sobre a justificativa do aborto dependem mais das convicções sobre a natureza e desenvolvimento do ser humano do que das regras e princípios.


Outra área bastante complexa é a que envolve casais homossexuais e reprodução. Casais homossexuais femininos podem solicitar que um serviço de reprodução assistida possibilite a geração de uma criança, em uma das parceiras utilizando sêmen de doador. O médico deve realizar este procedimento equiparando esta solicitação a de um casal heterossexual? Ou deve ser dada uma abordagem totalmente diversa?
 
Como conclusão é importante enfatizar que os novos tempos que vivemos já estão exigindo que os profissionais da área médica sejam competentes não somente nas áreas cientifica e tecnológica.
A competência ética é uma necessidade actual e provavelmente tornar-se-á progressivamente mais necessária à medida que os novos conhecimentos científicos e tecnológicos evoluírem.
 
 
O objectivo da reprodução é a geração de novos indivíduos. Uma questão de extrema actualidade é a caracterização do momento em que o novo ser humano passa a ser reconhecido como tal. Actualmente podem ser utilizados dezanove diferentes critérios para o estabelecimento do início da vida de um ser humano.

As tentativas de realizar procedimentos de reprodução medicamente assistida  foram iniciadas no final do século XVIII.



Em 1978 estes procedimentos ganharam notoriedade com o nascimento de Louise Brown, na Inglaterra, que foi o primeiro bebê gerado in vitro.

O Governo Inglês, em 1981, instalou o Committee of Inquiry into Human Fertilization and Embriology, que estudou o assunto por três anos.

As suas conclusões foram publicadas, em 1984, no Warnock Report. Neste mesmo ano, nascia na Austrália um outro bebê, denominado de Baby Zoe que foi o primeiro ser humano a se desenvolver a partir de um embrião criopreservado.

Em 1987 a Igreja Católica publicou um documento - Instrução sobre o respeito à vida humana nascente e a dignidade da procriação - estabelecendo a sua posição sobre estes assuntos.

A partir de 1990, inúmeras sociedades médicas e países estabeleceram diretrizes éticas e legislação, respectivamente, para as tecnologias reprodutivas.

A Inglaterra, por exemplo, estabeleceu os limites legais para a reprodução assistida em 1991, com base nas proposições do Warnock Report.

No Brasil, Conselho Federal de Medicina, através da Resolução CFM 1358/92, instituiu as Normas Éticas para a Utilização das Técnicas de Reprodução Assistida, em 1992.

Os aspectos éticos mais importantes que envolvem questões de reprodução humana são os relativos à utilização do consentimento informado; a seleção de sexo; a doação de espermatozóides, óvulos, pré-embriões e embriões; a seleção de embriões com base na evidencia de doenças ou problemas associados; a maternidade substitutiva; a redução embrionária; a clonagem; pesquisa e criopreservação (congelamento) de embriões.

Um importante assunto, de crescente discussão ética, moral e legal é o aborto. Independentemente da questão legal, existe nesta situação um conflito entre a autonomia, a beneficência, a não-maleficência e a justiça da mãe, do feto e do médico. Os julgamentos morais sobre a justificativa do aborto dependem mais das convicções sobre a natureza e desenvolvimento do ser humano do que das regras e princípios.



Outra área bastante complexa é a que envolve casais homossexuais e reprodução. Casais homossexuais femininos podem solicitar que um serviço de reprodução assistida possibilite a geração de uma criança, em uma das parceiras utilizando sêmen de doador. O médico deve realizar este procedimento equiparando esta solicitação a de um casal heterossexual? Ou deve ser dada uma abordagem totalmente diversa?

 

Como conclusão é importante enfatizar que os novos tempos que vivemos já estão exigindo que os profissionais da área médica sejam competentes não somente nas áreas cientifica e tecnológica.

A competência ética é uma necessidade actual e provavelmente tornar-se-á progressivamente mais necessária à medida que os novos conhecimentos científicos e tecnológicos evoluírem.

 Fonte: http://www.brasilescola.com/biologia/bioetica-reprodução-humana.htm

 

Polidactilia


A polidactilia (do grego, polys = muitos; daktylus = dedos) é uma anomalia genética causada pela manifestação de um alelo autossômico dominante, consistindo na alteração quantitativa anormal dos dedos das mãos (quirodáctilos) ou dos pés (pododáctilos). Geralmente caracterizado pela presença de um dedo extranumerário próximo ao quinto dedo, seja no membro inferior ou superior.Estudos populacionais realizados em África estimam que este alelo se aproxime a 64%, ou seja, em média apenas 36% dos portadores de alelos dominantes não apresentam o traço, possuindo número normal de dedos.Tanto o genótipo heterozigótico (Dd), quanto o genótipo homozigótico (DD), configuram um fenótipo polidáctilo ao indivíduo portador. Enquanto os indivíduos de uma população com genótipo homozigótico (dd) não manifestam a doença.Portanto, ao contrário do que muitos pensam, ter uma característica recessiva não é sinal de possuir anormalidades (doenças) genéticas. WWW.brasilescola.com/biologia/genética.htm
Sandra Pereira

sindrome de turner


A síndrome de Turner, um distúrbio genético de origem ainda desconhecida, sem qualquer afinidade hereditária, é condicionada por uma anomalia numérica relacionada ao cromossomo sexual, caracterizada pela deleção de um cromossomo X. Os organismos portadores são necessariamente do sexo feminino, possuindo, portanto, apenas 45 cromossomos no núcleo de suas células, 23 pares de cromossomos autossômicos e um único X (cariótipo = 45, X). Entre as deficiências destacam-se:
- Doenças renais (disfunção, insuficiência e agravo crônico);
- Problemas de alimentação em virtude da conformação anormal do aparelho bucal (palato estreito e elevado, com maxila inferior menor), o que dificulta o princípio do mecanismo digestório, mastigação e deglutição, ocasionando refluxo;
- Problemas circulatórios: inchaço dos membros superiores e inferiores (mãos e pés). 
 http://www.brasilescola.com/biologia/sindrome-de-turner.htm José Afonso

Conceitos básicos de genética



Para conhecer  e trabalhar em genética é preciso conhecer alguns conceitos básicos em genética

Herança Biológica (hereditariedade)- Transmissão das informações genéticas de pais para filhos durante a reprodução.


Herança Quantitativa (Poligénica)- Tipo de herança biológica em que uma característica é codificada por dois ou mais genes, cujos alelos exercem efeitos acumulativos sobre a intensidade da característica (peso, altura, pigmentação da pele).

 Genes -Seguimento da molécula de DNA que contém uma instrução genética codificada para a síntese de uma proteína. 

Cariótipo-Conjunto de cromossomas de cada célula de um organismo
Genótipo - Constituição genética  de um indivíduo que em interacção com o meio ambiente determina suas características. 

Cromossoma - Cada um dos longos filamentos presentes no núcleo das células eucariótas, constituídos basicamente por DNA e proteínas.

Cromossomas Homólogos - Cada membro de um par de cromossomas geneticamente equivalentes, presentes em uma célula diploide, apresentando a mesma sequência do locus genético.


Locus Genético → Posição ocupada por um gene no cromossoma

Homozigótico - Indivíduo em que os dois genes alelos são idênticos.

Heterozigótico -Indivíduos em que os dois alelos de um gene são diferentes entre si.

Dominância - È a propriedade de um alelo (dominante) produzir o mesmo fenótipo tanto em condição homozigotico quanto em heterozigótico. 

www.brasilescola.com/biologia/genetica.htm

Maria Rodrigues da Conceição Barbosa 

Biotecnologia



A Biotecnologia é definida como um conjunto multidisciplinar de conhecimentos que visa o desenvolvimento de métodos, técnicas e meios associados a seres vivos, macro e microscópicos, que originem produtos úteis e contribuam para a resolução de problemas.

Desde a Antiguidade que a humanidade utiliza os seres vivos para vários processos, como a utilização de microrganismos para a preparação de alimentos e bebidas.

Em 1981 surge a primeira planta geneticamente modificada, 1997 nasce Dolly, a primeira ovelha clonada, e em 2003 foi iniciado o processo de clonagem de espécies de animais ameaçados de extinção.

Há um desenvolvimento em relação à questão ambiental de microrganismos modificados para tratamento de águas contaminadas por esgoto, outros poluentes e, até mesmo, petróleo.

Em relação à agricultura, temos o desenvolvimento de plantas transgénicas que podem ser mais nutritivas, que necessitem de menos agrotóxicos e que sejam mais resistentes às pragas, reduzindo o uso de inseticidas. Aplicado também à pecuária, a formação de embriões, o desenvolvimento de animais transgénicos e o aprimoramento de vacinas e medicamentos de uso veterinário.

Na saúde humana, a aplicação da biotecnologia é utilizada no desenvolvimento de novas vacinas, hormonas, medicamentos e antibióticos.

Isabel de Brito


 



Países como Finlândia, Grécia, Suíça, Holanda, Japão, Canadá, Austrália, Coreia do Sul,Cingapura, China, Rússia, África do Sul, Estados Unidos, México, Reino Unido e Israel fazem pesquisas com células-tronco e têm legislação específica que regulamenta o uso desse tipo de células Por se tratar de um assunto bastante polêmico,
O uso de células-tronco ainda será alvo de inúmeras discussões no campo religioso, científico, filosófico e jurídico. O fato é que com o avanço das pesquisas, muitas doenças poderão ser tratadas com o uso das células-tronco, garantido um futuro bastante promissor



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 Fernando de Almeida Vasconcelos

A Vacina de ADN uma promessa em Medicina

 

Tem como base o uso de sequências de material genético do agente que se quer combater e a criação de uma memória imunológica.

Desta forma, quando essa vacina é administrada a um hospedeiro, o DNA é reconhecido pelas suas células, e induz a uma cadeia de reacções contra essas substâncias, através do estímulo a produção de linfócitos T- responsáveis por identificar e matar as células infectadas.

A vacina de ADN pode apresentar vantagens económicas, técnicas e logísticas em relação às formas de imunização tradicional. Entre outras, possuem um controle de qualidade mais simples, são estáveis em temperatura ambiente; possuem um baixo custo de produção e manutenção.

 As principais desvantagens das vacinas de ADN são:

Dificuldade em reconhecer, seleccionar e correlacionar todas as partes do ADN do agente que se quer combater;

Possibilidade de indução de uma doença auto-imune;

Integração do ADN no cromossomo do hospedeiro, causando mutações que poderiam levar ao aparecimento de neoplasias e indução de tolerância do hospedeiro às substâncias estimuladas pelo ADN.

As vacinas de ADN podem ser administradas por diferentes vias, mas a injecção intramuscular é a forma mais utilizada.

Fonte: http://www.brasilescola.com/biologia/as-vacinas-de-dna.htm